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CAS aprova atualização na
lei que trata da profissão de técnico em radiologia
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A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) aprovou,
nesta quarta-feira (14), em turno suplementar, projeto que inclui bacharéis
em Ciências Radiológicas e tecnólogos em radiologia no escopo da lei que
regulamenta o exercício da profissão de técnico em radiologia (Lei
7.394/1985).
O projeto de lei do Senado (PLS 26/2008) é de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS) e foi aprovado por meio de substitutivo da relatora da matéria, senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM). Ao justificar a proposta, Paim argumenta que a evolução de equipamentos e técnicas de radiologia exigiram a ampliação e diversificação da formação dos profissionais que atuam na área, levando à necessidade de atualização da legislação em vigor. Assim, o texto regulamenta a atuação profissional nas áreas de radiologia convencional, imagenologia, medicina nuclear, radiologia e irradiação industrial e radioinspeção de segurança. As alterações na proposta original, explicou a relatora, foram feitas de acordo com sugestões recebidas das categorias envolvidas. De acordo com o projeto aprovado na CAS,a partir de agora fica regulamentado oficialmente o exercício de atividades nessas áreas pelos portadores de diploma de ensino superior com grau de Bacharel em Ciências Radiológicas; de diploma de ensino superior com grau de Tecnólogo em Radiologia; e de certificado de conclusão do ensino médio, com formação mínima de Técnico em Radiologia com habilitação específica. Esses profissionais ,determina a proposta, devem estar inscritos no Conselho Regional de Técnicos em Radiologia. A supervisão da proteção radiológica e da aplicação das técnicas previstas na lei, conforme o substitutivo, tanto é atribuição do bacharel em Ciências Radiológicas como do tecnólogo em Radiologia, sendo que ambos podem também exercer atividades nas áreas em que possuírem formação específica. Na inexistência desses profissionais, poderá o técnico em Radiologia supervisionar a aplicação das técnicas radiológicas. Atividades de pesquisa e ensino, no entanto, são restritas aos bacharéis. E com relação a atribuições específicas dos técnicos em Radiologia, o texto prevê o exercício profissional nas habilitações obtidas nos cursos técnicos. O substitutivo assegura o exercício da profissão àqueles que efetivamente atuavam na área antes de junho de 1986, mas prevê multa para a instituição que contratar profissional que não atenda ao conjunto de requisitos exigidos a partir do momento em que a lei for atualizada. Aprimoramento Na avaliação do senador Paulo Davim (PV-RN), alguns “equívocos” ainda permanecem no texto e deverão ser aperfeiçoados na Câmara dos Deputados ou quando o projeto voltar ao Senado. Um dos pontos em que o senador detectou necessidade de correção é a previsão de que exames em ultrassonografia sejam realizados apenas por técnicos em radiologia. Esses exames, observou o senador, que também é médico, exigem que o profissional tenha profundo conhecimento de anatomia e de patologias. Além disso, explicou, as análises são feitas com procedimentos, muitas vezes, invasivos. - Não há, na realização de ultrassonografia, alguma etapa que o técnico em Radiologia possa realizar. Muitos exames são invasivos, para drenagem ou retirada de fragmentos, ou intracavitários. Portanto, este é um item polêmico que deverá ser mais bem discutido - recomendou Paulo Davim. O senador também observou que a obtenção de imagem por ressonância magnética, como citado no projeto, não submete o operador ou o médico a qualquer tipo de radiação ionizante. Assim, em sua visão, a atividade não deve ser incluída na lei que trata da profissão de técnico em Radiologia. Paulo Davim também não concordou com a supervisão feita por técnicos em radiologia em relação a procedimentos radiológicos ou a atividades de estagiários, quando ausente o bacharel em Ciências Radiológicas ou o tecnólogo em Radiologia. Para o senador, a atividade requer profundo conhecimento de patologias, de anatomia humana, bem como da técnica de fazer diagnósticos. A exigência feita na proposta de que apenas técnicos em Radiologia possam exercer a profissão foi criticada pelo senador. Para ele, outras categorias, como a de biomédico, podem ser habilitadas a operar o equipamento radiológico. A necessidade de inscrição no Conselho Regional de Técnicos em Radiologia para o exercício da profissão, conforme prevê a proposta, também recebeu crítica do senador. Ele ressaltou que os médicos radiologistas já são inscritos no Conselho Regional de Medicina, não sendo necessária a inscrição nos dois conselhos. Iara Farias Borges e Iara Altafin
Agência Senado
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sexta-feira, 6 de abril de 2012
CAS aprova atualização na lei que trata da profissão de técnico em radiologia
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
DISSÍDIO 2011
Ficam estabelecidos para os integrantes da categoria profissional os seguintes pisos salariais, já considerando a incidência do percentual estipulado pela cláusula do reajuste salarial:
Técnicos de Raios - X: R$ 1,090.00 ( um mil e noventa reais) para uma jornada de 120 ( cento e vinte horas mensais) e 40% de insalubridade a ser considerado a partir de março de 1° de março de 2011, observando a previsão contida no art. 16 da Lei 7394/85, eis que a categoria diferenciada;
DISSIDIO FILANTRÓPICO PORTO ALEGRE E INTERIOR DO ESTADO.
Em 1° de julho de 2011 piso salarial de R$ 1,166.30 - 40 % de insalubridade.
Auxiliar de Radiologia R$ 677.00 + 40% de insalubridade
DISSIDIO SINDIHOSPA PORTO ALEGRE E GRANDE PORTO ALEGRE
Em 1° de julho de 2011 piso salarial de R$ 1,177.00 + 0,50% em Março 2012 e 40% de insalubridade.
Auxiliares de Radiologia R$ 677.00 (seicentos e setenta e sete reais) + 40 % de isalubridade retroativo a 1° de Julho 2011. A ser considerada a partir da data - base da categoria.
SEMINÁRIO DE TÉCNICAS RADIOLÓGICAS
03 e 04 deDezembro 2011 - cidade Tramandai / RS
Contato: (51) 3341.5088 - 3019.3039
sindiradiologia@ig.com.br
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
RM de Alto Campo podem causar Vertigem
Baseado em artigo publicado no AuntMinnie.com por Wayne Forrest
Magnetos fortificados das RM de alto campo podem influir nos fluidos que circulam nos canais semi-circulares do ouvido interno causando vertigem ou sensação de queda livre em alguns pacientes que submetem-se ao exame , afirmaram pesquisadores do Johns Hopkins University em estudo publicado recentemente.
A condição é mais prevalente com os novos e potentes sistemas dos aparelhos de ressonância magnética de alto campo e podem ocorrer com maior frequência nos estudos de ressonância funcional (fMRI)que monitoram atividades cerebrais, em diversas circunstancias , de acordo com os autores.
O estudo foi conduzido por Dale Roberts, engenheiro sênior e pesquisador do Departamento de Neurologia. Para determinar o mecanismo por trás da vertigem induzida pela RM , o grupo avaliou canais semi-circulares do ouvido interno de 10 voluntários com labirinto saudável.Também foram avaliados por RM dois voluntários com labirintite.
Roberts e colegas avaliaram vertigem tanto pela descrição dos voluntários como pela observação de movimentos oculares involuntários que refletem a detecção cerebral de movimentos. O experimento foi realizado em escuridão total devido à possibilidade alguns estímulos visuais serem capazes de suprimir o movimento dos olhos.
Câmeras de visão noturna demonstraram que todos tiveram movimentos oculares involuntários, porém os dois voluntários com distúrbios prévios no sistema vestibular não tiveram movimentos involuntários dos olhos, sugerindo que de fato o labirinto desempenha um papel chave na vertigem induzida por RM.
Os pesquisadores também testaram os sistemas MRI de diferentes intensidades de campos magnéticas com diversos períodos de tempo em voluntários. Além disso, eles monitoraram os referidos movimentos involuntários quando eram realizados movimentos para dentro e para do fora do tubo com o objetivo de medir o impacto da proximidade ou da direção do campo magnético nos centros de equilíbrio.
Roberts et all concluíram que campo magnéticos mais altos causaram movimentos involuntários dos olhos mais rápidos e de maneira mais significativa que continuaram durante todo o tempo que os voluntários permaneceram na maquina, independentemente da duração da experiência.
A direção dos movimentos oculares também mudou baseado em qual forma os voluntários entraram no tubo da RM, sugerindo que este efeito possa ser direcionalmente sensitivo.
Os achados tem implicações para os estudos RM funcional que medem a atividade cerebral através da avaliação do fluxo sanguineo enquanto os voluntários desempenhavam algum tipo de tarefa.
O RM por si só pode ter causado atividades cerebrais imperceptíveis relacionadas ao movimento e equilíbrio, potencialmente afetando os resultados finais MRI.
“Pudemos demonstrar que mesmo quando aparentemente não estava acontecendo no cérebro enquanto os voluntários eram examinados muito do que acontecia era por si só efeito da própria Ressonância” comentou Roberts. “Esses efeitos devem ser levados em consideração ao se analisar imagens funcionais que espelham atividade cerebral”.
Também foi relatado no trabalho que RM de alto campo pode ser utilizado para estimular o labirinto com objetivo de diagnosticar e tratar desordens do ouvido interno e alterações do equilíbrio, de forma mais confortável e não invasiva.
Fonte: Radiology
Baseado em artigo publicado no AuntMinnie.com por Wayne Forrest
Magnetos fortificados das RM de alto campo podem influir nos fluidos que circulam nos canais semi-circulares do ouvido interno causando vertigem ou sensação de queda livre em alguns pacientes que submetem-se ao exame , afirmaram pesquisadores do Johns Hopkins University em estudo publicado recentemente.
A condição é mais prevalente com os novos e potentes sistemas dos aparelhos de ressonância magnética de alto campo e podem ocorrer com maior frequência nos estudos de ressonância funcional (fMRI)que monitoram atividades cerebrais, em diversas circunstancias , de acordo com os autores.
O estudo foi conduzido por Dale Roberts, engenheiro sênior e pesquisador do Departamento de Neurologia. Para determinar o mecanismo por trás da vertigem induzida pela RM , o grupo avaliou canais semi-circulares do ouvido interno de 10 voluntários com labirinto saudável.Também foram avaliados por RM dois voluntários com labirintite.
Roberts e colegas avaliaram vertigem tanto pela descrição dos voluntários como pela observação de movimentos oculares involuntários que refletem a detecção cerebral de movimentos. O experimento foi realizado em escuridão total devido à possibilidade alguns estímulos visuais serem capazes de suprimir o movimento dos olhos.
Câmeras de visão noturna demonstraram que todos tiveram movimentos oculares involuntários, porém os dois voluntários com distúrbios prévios no sistema vestibular não tiveram movimentos involuntários dos olhos, sugerindo que de fato o labirinto desempenha um papel chave na vertigem induzida por RM.
Os pesquisadores também testaram os sistemas MRI de diferentes intensidades de campos magnéticas com diversos períodos de tempo em voluntários. Além disso, eles monitoraram os referidos movimentos involuntários quando eram realizados movimentos para dentro e para do fora do tubo com o objetivo de medir o impacto da proximidade ou da direção do campo magnético nos centros de equilíbrio.
Roberts et all concluíram que campo magnéticos mais altos causaram movimentos involuntários dos olhos mais rápidos e de maneira mais significativa que continuaram durante todo o tempo que os voluntários permaneceram na maquina, independentemente da duração da experiência.
A direção dos movimentos oculares também mudou baseado em qual forma os voluntários entraram no tubo da RM, sugerindo que este efeito possa ser direcionalmente sensitivo.
Os achados tem implicações para os estudos RM funcional que medem a atividade cerebral através da avaliação do fluxo sanguineo enquanto os voluntários desempenhavam algum tipo de tarefa.
O RM por si só pode ter causado atividades cerebrais imperceptíveis relacionadas ao movimento e equilíbrio, potencialmente afetando os resultados finais MRI.
“Pudemos demonstrar que mesmo quando aparentemente não estava acontecendo no cérebro enquanto os voluntários eram examinados muito do que acontecia era por si só efeito da própria Ressonância” comentou Roberts. “Esses efeitos devem ser levados em consideração ao se analisar imagens funcionais que espelham atividade cerebral”.
Também foi relatado no trabalho que RM de alto campo pode ser utilizado para estimular o labirinto com objetivo de diagnosticar e tratar desordens do ouvido interno e alterações do equilíbrio, de forma mais confortável e não invasiva.
Fonte: Radiology
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
EXAMES RADIOLÓGICOS DO SISTEMA URINÁRIO
Os exames radiológicos do sistema urinário estão
entre os procedimentos contrastados mais comumente realizados em departamentos
de radiologia. O sistema urinário consiste em dois rins, dois ureteres, uma
bexiga e uma uretra.
Os dois rins são órgãos situados no espaço
retro-peritoneal. Estes dois órgãos em forma de feijão situam-se a cada lado da
coluna vertebral, na parte mais posterior da cavidade abdominal. O rim direito
geralmente está ligeiramente mais baixo que o esquerdo, devido à presença do
fígado. Próximo à parte superior de cada rim, há uma glândula supra-renal.
Estas importantes glândulas do sistema endócrino estão localizadas na cápsula
adiposa que circunda cada rim.
Cada rim conecta-se à bexiga única por seu próprio
ureter. O material eliminado, na forma de urina, viaja dos rins para a bexiga,
através destes dois tubos estreitos, denominados ureteres. A bexiga semelhante
a um saco serve como um reservatório para armazenar urina, até que possa ser
eliminada do corpo através da uretra.
Urografia Excretora
Freqüentemente é o
exame radiológico inicial em casos de dores nas vias urinárias, hematúria,
infecção do trato urinário, obstrução aguda, massas renais, urolitíase,
nefrocalcinose e anormalidades congênitas. Este exame proporciona informações
anatômicas essenciais e demonstra a função de todo o trato urinário. A
urografia excretora é completada pela US, TC, RM que fornecem informações
anatômicas adicionais e podem mostrar as características de uma massa tumoral.
Em geral o trato urinário tubular é mais bem avaliado por exames contrastados,
porque estes revelam a aparência da luz e as características do fluxo líquido.
Há muitos métodos de
realização de urografia excretora. Um exame padrão inclui radiografia simples,
radiografia imediatamente subseqüente à administração de contraste (imediata ou
no minuto zero), radiografia de 5 , 10 e 15 minutos após a administração do
contraste, radiografias da bexiga cheia e após a micção. Incidências oblíquas
ou tomográficas dos rins são freqüentemente obtidas, dependendo das
circunstâncias clínicas. Geralmente são feitas menos incidências em crianças
que em adultos. A radiografia simples demonstra a localização de calcificações
e anormalidades abdominais e indica a técnica radiográfica ideal. A incidência
imediatamente pós-injeção de contraste mostra a intensificação das estruturas
vasculares e do córtex renal e demonstra os contornos dos rins. As incidência
de 5, 10 e 15 minutos mostra o enchimento do sistema coletor e dos ureteres. O
estudo da bexiga mostra seus contornos e a urina residual, na pós-miccional.
A Urografia Excretora
possibilita a avaliação do tamanho, eixo, contorno e simetria funcional dos
rins. O comprimento do rim depende da idade, sexo e constituição física do
paciente, mas geralmente equivale à altura de três ou quatro corpos vertebrais.
Rins parcialmente duplicados ou únicos são maiores. O eixo renal, uma linha
imaginária que passa pelos pólos superior e inferior do rim, tem geralmente
ângulo de cerca de 15 graus lateralmente em direção caudal. A orientação
diferente do eixo renal pode ocorrer em conseqüência de anormalidade congênita
ou adquirida. Os contornos renais devem ser totalmente visíveis e regulares. As
lobulações geralmente são variações normais. Os rins devem funcionar pronta e
simultaneamente; o retardo relativo no funcionamento pode sugerir perfusão
deficiente ou obstrução. Os sistemas coletores intra-renais devem mostrar
enchimento simétrico das papilas, sem distensões ou defeitos de enchimento,
portanto, o objetivo de uma Urografia Excretora é visualizar a porção coletora
do sistema urinário e avaliar a capacidade funcional dos rins.
Os ureteres muitas
vezes não são inteiramente visíveis, apesar de grandes esforços para mostrá-los
com o paciente em diversas posições. Na incidência em antero-posterior eles
geralmente aparecem ao longo dos processos transversos, desviam-se lateralmente
à altura das articulações sacro-ilíacas e penetram na bexiga
póstero-lateralmente.
A bexiga é avaliada
quanto ao tamanho e ao contorno, que deve ser arredondada e regular, o volume
após micção, normalmente é inferior a 100 ml, a impressão prostática ou uterina
e a irregularidades da parede interna são mais bem observadas na incidência
pós-miccional.
Indicações clínicas:
As principais indicações clínicas da urografia
excretora incluem:
2- cálculos renais ou ureterais
3- traumatismo renal
4- dor no flanco
5- hematúria ou sangue na urina
6- hipertensão
7- insuficiência renal
8- infecções do trato urinário
Preparo do paciente:
- Jejum absoluto de 8 a 10 hs antes do exame
- Realizar limpeza intestinal por via oral (laxante ) e por via retal ( fleet-enema)
Metodologia:
Paciente em decúbito dorsal, realiza-se uma radiografia simples do abdome, para verificação de técnica, posicionamento e preparo intestinal adequado.
Após radiografia simples, é administrado por via endovenosa meio de contraste iodado (hidrossolúvel) o qual irá contrastar o sistema urinário. Realiza-se a seguinte seqüência de radiografias:
1- Imediatamente após a administração do meio de contraste realiza-se uma radiografia localizada dos rins;
2- Realizar radiografia das lojas renais após 5 minutos a administração do contraste
3- Após a exposição de 5 minutos, deve-se colocar a faixa de compressão no abdome do paciente.
4- Realizar radiografia das lojas renais após 10 minutos a administração do contraste
5- Aos 15 minutos, deve-se tirar a faixa de compressão, e imediatamente realizar uma radiografia panorâmica, compreendendo das lojas renais até a bexiga;
6- Radiografia panorâmica, após 25 minutos a administração do contraste.
5- Radiografias localizadas da bexiga cheia e pós-miccional.
- R.C. - perpendicular entrando no centro da região de interesse
- Chassis: 24cm x 30cm transversal para as radiografias de 5 m e 10 m, 30 cm x 40 cm ou 35 m x 43 cm longitudinal para as radiografias simples, 15 m e 25 m e 18 cm x 24 cm transversal para as radiografias localizadas da bexiga.
Observação: A faixa de compressão é contra indicada quando o paciente apresentar massa abdominal, cálculos renais e ureterais, transplante e pós-operatório.
Em casos de pacientes hipertensos (pressão alta), deve-se realizar seqüências rápidas de exposição logo após a administração do meio de contraste; com 1 m, 2 m, e 3 m. O exame não termina enquanto o contraste não chegar até a bexiga.
É feita após introdução cistoscópica retrógrada de cateteres ureterais e a injeção de material de contraste.
Este procedimento é indicado em pacientes com obstrução ou disfunção renal, nos quais o sistema coletor da pelve renal e os ureteres têm de ser examinados. Proporciona melhor visualização de pequenas falhas de enchimento pelo material de contraste da pelve renal e dos ureteres. É possível visualizar diretamente as estruturas internas de um ou ambos os rins e ureteres.
Metodologia:
O paciente é colocado em posição de litotomia modificada, o que exige que as pernas sejam colocadas em estribos. O urologista introduz o cistoscópio através da uretra até a bexiga. Após examinar o interior da bexiga, o urologista introduz cateteres ureterais em um ou ambos os ureteres. O ideal é que a ponta da cada cateter ureteral esteja posicionado ao nível da pelve renal.
A terceira e última radiografia da série habitual e uma ureterografia. A cabeceira da mesa pode ser elevada para esta radiografia final. O urologista retira os cateteres e simultaneamente injeta meio de contraste em um ou ambos os ureteres e indica quando fazer a exposição.
Uretrocistografia Retrograda e Miccional
O objetivo de uma Uretrocistografia Retrógrada e Miccional é estudar a uretra, avaliar a bexiga e a micção do paciente e observar possíveis refluxos ureterais. É o único método de demonstração da uretra prostática. A fase miccional do exame é mais bem realizada utilizando controle fluoroscópico.
Indicações clínicas:
- traumatismo
- perda involuntária de urina
- estenose de uretra
- refluxo ureteral
Metodologia:
Paciente em decúbito dorsal, PMS sobre a L.C.M., deve-se realizar uma radiografia simples da bexiga em AP, para verificação da técnica empregada, posicionamento e variações anatômicas.
Após a radiografia simples, deve-se instalar aparelho próprio na glande do paciente com cateterização da porção distal da uretra (paciente do sexo masculino), ou introduzir uma sonda vesical na bexiga através da uretra (paciente do sexo feminino) para realização do exame.
Fase retrógrada:
O aparelho próprio ou a sonda, ligados a uma seringa contendo contraste iodado, deve ser instalado no terço distai da uretra. Após instalação, o paciente ficará disposto nas posições oblíqua esquerda e direita.
1- Realizar radiografia em OD no momento da injeção
2- Realizar radiografia em OE no momento da injeção
- R.C. - perpendicular ao abdome, entrando 4 cm acima da sínfise púbica
- Chassis 24 x 30 panorâmico transversal
Cistografia
1- Radiografar a bexiga com pequeno enchimento, 100 ml em AP
2- Radiografar a bexiga com médio enchimento, 200 ml em AP
3- Radiografar a bexiga com grande enchimento, 400 a 500 ml em AP
4- Radiografar a bexiga cheia nas posições OD e OE.
- R.C. - perpendicular ao abdome, entrando 4 cm acima da sínfise púbica
- Chassis: 18 x 24 panorâmico transversal (pequeno enchimento, médio enchimento, e pós miccional da bexiga)
- Chassis 24 x 30 panorâmico transversal (OD e OE localizada da bexiga)
Observação: A Cistografia é normalmente realizada associada à Uretrocistografia, porém, eventualmente é realizada individualmente quando o objetivo é observar somente a bexiga.
1- Realizar radiografias em OD e OE, com o paciente urinando.
2- Realizar radiografia pós-miccional
- Chassis 30 cm x 40 cm panorâmico longitudinal (OD e OE miccional)
- Chassis 18 cm x 24 cm panorâmico (pós miccional)
NOTA: O chassis 30 x 40 é utilizado nas exposições com paciente urinando para que, se houver refluxo ureteral, conseguiremos visualizar todo o refluxo e verificar até que ponto chegou.
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Crânio - AP
Crânio – AP
Linhas de Posicionamento
PVO – Plano
vertical do ouvido ou linha médio coronal: divide o crânio em partes
anteriores e posteriores;
LGM – Linha globelo meatal: refere-se
a uma linha entre a glabela e o meato acústico externo;
LOM – Linha orbito meatal: localiza-se
entre o canto externo do olho e o MAE.
LIOM – Linha infra-orbitomeatal ou linha
da base de REID: Liga a parte inferior da órbita ao
meato acústico externo;
LAM – Linha acantiomeatal: Liga
o acântio ao meato acústico externo;
LMM – Linha Mentomeatal: São
linhas formadas pela conexão do ponto mentoniano ao meato
acústico externo;
PMS – Plano médio sagital: Divide
o crânio em duas partes esquerda e direita) É importante no posicionamento
preciso do crânio;
LIP – Linha interpupilar: É
a linha que liga os dois canto dos olhos;
Chamberlain: É
a linha que liga o palato duro a base do osso occipital;
LLM – Linha libiomeatal: É
a linha da junção dos lábios com MAE;
LGA – Linha Glabeloaoveolar: É
a linha que liga a glabela a um ponto na região anterior do
processo aoveolar do maxilar;
LSOM – Linha
supero obitomeatal: É a linha que liga o teto da órbita ao meato
acústico externo;
PP: Fazer a radiografia com o paciente na posição
ortostática ou em decúbito dorsal, dependendo das condições do paciente. Em
pacientes com hipercifose, o posicionamento é melhor realizado em ortostático;
PPt: PMS (plano médio sagital) do
crânio perpendicular na vertical ou sobre a LCM (linha central da mesa);
LIOM (linha infra-órbito meatal) perpendicular ao plano da mesa de
exames;
Filme: 24x30 na longitudinal c/ Bucky.
Raio Central: perpendicular na vertical junto à
glabela, paralelo a LOM;
Posição da parte : LIOM (linha infra órbito meatal)
linha sagital e linha interpupilar PMS, LOM (linha infra órbito meatal) e linha
interpupilar.
OBS: Alinhar as três linhas citadas à cima no Pt.A
para que o crânio não fique rodado nem inclinado. Esta incidência é
utilizada para o estudo de traumas, lesões e moléstias das estruturas do
crânio. A linha dos rochedos deve projetar-se no quadrante médio inferior das
órbitas.
IC: Ocorrência de trauma e/ou quando houver sintomas
que indicam anormalidades estruturais dentro do crânio como tumores ou
hemorragias, calcificações e TCE. O RX do crânio é também utilizado para
avaliar as anormalidades no formato da cabeça de uma criança.
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